Com administração, essencialmente, voltada para empresários, principalmente, do ramo imobiliário, que não gera, relevantemente, mão de obra permanente. A fome, a má qualidade de vida, em Valparaíso de Goiás, exorbitadas por situações enfrentadas no dia-a-dia, pelos cidadãos, precariedade de transportes, saneamento básico, saúde e educação... pelas dificuldades de acessibilidade e má qualidade, se estabelecem como um fantasma terrível, doloroso, cruel... que só mesmo sentindo para compreender...
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Políticas públicas que dão o peixe e não ensinam a pescar, não são ideais, mas diante do terror da fome... A vida é uma só... e não é justo que alguém... passe a única que tem... ...e com fome! Precisamos já! Dando o peixe, ensinando a pescar... acabar com essa desgraça! Infelizmente, mesmo quando existem programas que visam amenizar... pode aparecer alguém para roubar... R$ 350.000,00 de 1.400.000,00 p/ Restaurante Comunitário e R$ 240.000,00 de 450.000,00 p/ Banco de Alimentos liberados em 13/12/2011... será? ... cestas básicas de campanhas? Ou...
Fiscalizar ou não fiscalizar? Eis a questão! Click na imagem p/ acessar:

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Em relação a favelização em Valparaíso de Goiás, onde o fenômeno é apelidado “Faveledização”, em mérito à prefeita Lêda Borges, as pesquisas são amenas, pois a cidade está, totalmente, à disposição do enquadramento.Valparaíso de Goiás e Novo Gama duas cidades do Entorno pobre do DF, desgraçadamente, administradas pelo PSDB. Veja matéria do G1:
Estudo do IBGE aponta 12 favelas em Goiás, 7 delas na capital do estado
Pesquisa Aglomerados Subnormais foi divulgada nesta quarta-feira (21).
Estado é o quarto do país com menor número de comunidades irregulares.
Goiás possui 12 comunidades irregulares conhecidas como favelas, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, denominado Aglomerados Subnormais, feito com base nas informações do Censo Demográfico 2010, aponta sete áreas em Goiânia, duas em Anápolis, duas em Novo Gama e uma em Valparaíso.
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Para fazer uma radiografia da situação de famílias carentes, o levantamento levou em consideração os aglomerados com deficiências graves no abastecimento de água e energia, na destinação do lixo e estrutura de esgoto. Segundo a pesquisa, 2.431 famílias vivem nessas condições no estado.
Na capital, as áreas apontadas são: Emílio Póvoa, Jardim Botânico I, Jardim Botânico II, Área I do Jardim Goiás, Jardim Guanabara I, Quebra Caixote e Rocinha.
No ranking nacional, Goiás é o quarto estado com menor número de favelas. Fica atrás apenas de Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul. Os sete aglomerados identificados em território se concentram em áreas metropolitanas.
A Região Centro-Oeste é a que agrupa o menor número de favelas, com 1,8% dos 3,2 milhões de domicílios de baixa renda distribuídos pelo Brasil. A maior parte dessas habitações se concentra no Sudeste (49,8%), com destaques para os estados de São Paulo (23,2%) e Rio de Janeiro (19,1%). Em seguida aparece o Nordeste, com 28,7%. O Norte têm 14,4% do aglomerados subnominais Sul, enquanto o Sul apareceu com 5,3%, em 2010.

Fonte: G1 - GO - 21/12/2011 20h02 - Atualizado em 21/12/2011 20h47