Vc OuVIU? CMS/VG NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS – VALPARAÍSO-GO
Além dos danos provocados por composições que frustram os objetivos dos mecanismos de controle social, a gestora do município de Valparaíso de Goiás, Lêda Borges vem envergonhando os munícipes, maculando o nome da cidade com comportamentos espalhafatosamente arbitrários, se impondo diante de poderes constituídos pelo povo e para o povo sem a mínima noção de respeito, hierarquia, civilidade etc.
A gestora que se diz “perseguida” indispõe-se com governos estadual, distrital e federal. Durante a gestão de Alcides Rodrigues parecia já estar vivendo a gestão de Marconi Perillo. Familiarizada com Arruda, cassado da gestão do DF, se afasta da atual gestão petista. Ao que parece durante toda a gestão vive em campanha política contra o governo federal. Assim o povo que a elegeu para administrar o município, paga por uma garota propaganda do Perillo.
Em situações administrativas com participação comunitária impõe quem pode ou não participar. Em sua gestão, servidores, principalmente, comissionados comem em sua mão. Afinal! Não é de se estranhar, logo no início do mandato, teria batido na mesa e proferido que nos 4 anos quem mandava na cidade era ela, diante de um cidadão que amedrontado desapareceu por um bom tempo...
A gestora mantêm o sistema de saúde totalmente dominado por nepotismo, partindo do secretário de saúde que é seu cônjuge, passando por parentes de vereadores da sua base até relatos de existência de administração de posto de saúde por personalidade etílica, parente de vereador... e unidades inoperantes por falta de médicos, medicamentos e equipamentos...
Em promoção de eventos na comunidade, onde se emprega o dinheiro do povo, discrimina, restringe, boicota e até sabota. Relatos de imposição de patrocínio com a condição de que outros patrocinadores não aparecessem no material de divulgação. Compromisso, não cumprido, de recurso para evento, o que caracteriza verdadeira sabotagem, com danos a comunidade e imagem dos organizadores.
A “perseguida” em suas relações com a imprensa, projetando, sobre diversos meios de comunicação a prática mercantilista pela qual todos tem seu preço, contrariada, dita condições, restringe e ataca a mídia nacional. “Entrevistas sem direito a tirar dúvidas”; se esconde de mídia considerada internacionalmente; utiliza mídia financiada com o dinheiro público na qual, no ar, diz para o locutor: Pergunta pra mim fulano de tal..., o fulano de tal repete a pergunta e a “oroboros” responde, em entrevista cheia de ameaças e chantagens, que oportunamente, serão divulgadas.
Fora os prejuízos citados e estabelecidos, isso não pode continuar... pela nossa omissão, nossos filhos, nossos netos, nossos jovens, prejudicados, irão se envergonhar! É de imaginar que legisladores estaduais... devem ficar pensando... o que esse povo de Valparaiso têm nas cabeças? Click imagem, abaixo, para acessar conteúdo, referente ao CMS/VG, completo em PDF:
Vc OuVIU? - BLOG DA ANA MARIA CAMPOS / CB - 08/04/09
A CONTROVERTIDA INFLUÊNCIA DO EXECUTIVO SOBRE O JUDICIÁRIO – VALPARAÍSO-GO
FAÇA JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS...
DIGITE OUTROS NÚMEROS... ELEIÇÕES 2012...
REELEIÇÃO ZERO!











Comentários
Numa análise simplória e não técnica, mas como uma visão cidadã, peço aos senhores comentaristas que me ajudem em meu raciocínio. As senhoras juízas, sabedoras que devem ser da Lei, dos Regimentos e Estatutos (como administradoras dos fóruns) do Judiciário, coadunam com a solicitação da senhora prefeita Lêda Borges de Moura (Farias?), mesmo quando a legislação, como exposto no despacho acima, vai de encontro ao que requer a alcaide valparaisense. Outra coisa, conjecturando que os servidores em tela, por motivo qualquer, desconhecessem os estatutos que os regem como servidores, mesmo assim, não deviam ser eles ou quando muito, a entidade sindical que os representa, os autores do presente requerimento? Um pedido protocolado por um agente público, de cargo eletivo, com o intuito de remanejar servidores do judiciário de uma unidade para outra, não soaria, ao menos, como uma tentativa de ingerência? Porque aqui, conforme exposto, não se está tratando de uma cessão do judiciário para o executivo, mas de procedimentos internos e próprios de poder distinto. Logo, em que cabe, dentro da legislação, que o remanejamento seja pleiteado via influência política?
Uns pedem, não que não possam, mas não devem. Outros concordam não que não devam, mas não podem.
Porém, vale ressaltar a coerência e a sensatez da presidência, no indeferimento, face a falta do amparo legal da matéria.
Como diria um certo apresentador de televisão: assim não dá! Boa noite.
O comentário acima foi feito sobre a matéria da possível influência do executivo sobre o judiciário local. Agora, neste episódio, vemos na matéria, que parece que parte do MP de nossa cidade coaduna com as práticas dessa senhora que se diz gestora do município, e que quer governa como quem governa a própria casa(e isso quando se trata de uma dona de casa das mais retrógradas). Não irei me estender. O nosso comentário acima já deixa a nossa linha de raciocínio delineada.
Gente, alguém aqui saberia os trâmites legais para encaminhar tudo isso, esses documentos aqui expostos, ao órgão fiscalizador do MP, para que o mesmo se pronuncie acerca da postura destas duas promotoras?
Vamos nos unir e buscar soluções. Aguardo as sugestões e ações também. Ora, não era para essas duas doutoras irem, como MP que são, na mesma linha de raciocínio de sua colega autora da recomendação, que analisou o processo de formação do conselho como irregular? Aliás, não é assim que deve agir os MP's? Aliás, mais uma vez, não é necessário nem que ele seja provocado, ele recebe para que mesmo? Qual a sua razão de existir?
Me ajudem.
Grato.